Sexta-feira, Novembro 28, 2008

Hora de relaxar



Ligue o vídeo e feche os olhos( ou não) faça da forma que melhor fluir a sua imaginação, hoje é dia de se unir com a terra e de se fundir com o céu ....

Ponha-se de forma confortável , essa é a melhor postura para si.
Veja-se a deitar no chão e a terra a puxa-lo. Sinta a mãe e agradeça esta maravilhosa experiência material.
Comece a sair lentamente, e agora voe, o céu está a chama-lo.Sinta o pai e agradeça por lhe iluminar todos os dias e agradeça essa iluminação.

Voltando ao seu quarto, veja metade do seu corpo é tronco com uma forte raiz e a outra metade são nuvens iluminadas pelo sol. Observa por uns segundos, minutos o tempo que quiser essa condição.

Agora volta a realidade e agradeca!

No fim vai-se sentir assim lhe garanto ...



Débora Azevedo

Quarta-feira, Novembro 26, 2008

Benditas



Olhando á minha volta me perco , na irrealidade infinita ....
ou realidade infinita? ....
Escrava da vida ou não...
Vou despertando e a loucura se acumulando .. Riu-me sozinha olhando para a ilusão...
O que é que esta rede infinita me vai criar para hoje ...
Os desejos são libertados ...
Porque não fluir simplesmente ...
Hoje escolho voar ... Para onde não sei ...
E acabo este texto sem sentido porque a vida é mesmo assim real e irreal,nada e tudo ao mesmo tempo.

Débora Azevedo

Sexta-feira, Novembro 21, 2008

A saude do corpo e da alma


O médico tibetano Pema Dorjee ensina que a saúde não é só uma questão restrita ao corpo. Suas idéias podem auxiliar a todos no encontro de uma vida mais plena, saudável e com novos significados


A DOENÇA SURGE PORQUE IGNORAMOS COMO A VIDA REALMENTE


É Segundo a medicina tibetana, há um modo distorcido de compreender a realidade. É uma ignorância, que caracteriza todos os seres humanos. Não compreendemos o que é a vida ou quem somos. Para escapar dessa falsa visão do mundo, precisamos saber o que nos prende ao sofrimento. Idéias errôneas podem nos fazer sofrer tanto que acabam por conduzir a estados de completo desequilíbrio mental, energético e físico.


A IGNORÂNCIA GERA VENENOS

O estado de não-compreensão dá origem a três sofrimentos, ou venenos, que podem causar desequilíbrios físicos, energéticos e mentais.

1. A primeira condição que nos leva ao sofrimento é o apego. Nasce basicamente de nosso olhar: vemos algo e imediatamente o desejamos. Se ansiarmos muito, vamos fazer de tudo para obter aquilo, e o estresse causado por isso é incrível. Além do mais, a frustração e a insatisfação gerada por não conseguir o que queremos também ocasionam o sofrimento e, com base nele, várias doenças. Todo um conjunto de sintomas pode ser identificado como excesso de apego. Na iconografia tibetana, o apego é representado por uma serpente animal que pode ser magnetizado por objeto ou som.

2. O segundo veneno, ou condição de sofrimento, é a raiva. Ela se manifesta quando sentimos nosso território invadido, quando somos insultados ou quando achamos que perderemos algo. O problema não é sentir um pouco de raiva de vez em quando, mas reagir com raiva e agressividade à maioria dos estímulos ou, pior, engolir a raiva. É importante identificar por que a sentimos, de onde surge. O animal que mais simboliza a raiva e a agressividade, segundo os tibetanos, é o galo.

3. O terceiro veneno é a estreiteza mental. Os tibetanos simbolizam a estreiteza mental por um porco, o animal que se chafurda no chão e que não tem horizontes amplos. Como no caso da raiva e do apego, todo um conjunto de doenças pode ser detonado por essa característica.


Texto :Liane Alves

Sábado, Novembro 08, 2008

O Barco Vazio



"Quem dirige os outros, acaba confuso.

E quem se deixa dirigir, vive triste.

O ideal é não desejarmos influenciar os outros

Nem nos deixarmos influenciar por eles.

E viver com o Tao, na terra do grande Vazio.


Mesmo que tenha muito mau feitio,

um homem que atravessa um rio num barco

não se zanga se um barco vazio colidir com o seu.

Mas, se nesse barco estiver alguém,

Vai-lhe gritar que vire o leme.

E gritará outra vez se o grito não for ouvido

E começará a praguejar.


Porque há alguém dentro do barco.

Se o barco estivesse vazio,

Não gritaria nem ficaria zangado.


Se conseguirmos esvaziar o nosso barco,

Ao atravessar o rio do mundo,

Ninguém se nos oporá.

Ninguém nos tentará fazer mal."
LaoTsé

Quinta-feira, Novembro 06, 2008

Reflexâo



"Dois dos nossos principais objectivos na vida são a redenção e a paz interior.
Com redenção pretendo significar liberdade.

Redenção implica vencer o Karma através das nossas acções e da Graça.

Existem múltiplos caminhos para a redenção.
Quando somos redimidos, conseguimos reclamar o destino da nossa alma.
A redenção, neste contexto, não é perspectivada no sentido cristão ou religioso,
mas sim como um processo de iluminação e libertação do ciclo da vida e morte física.
A redenção é um processo gradual que nos conduz de volta, inexoravelmente, à nossa
casa espiritual.

A alma, uma vez liberta, pode escolher voltar ao plano físico, para ajudar outras almas no seu caminho para a redenção.
A redenção vem do amor, não do sofrimento.

Quando o nosso coração transborda de amor e o nosso amor flui para os outros, estamos no processo de redenção.

Estamos a cumprir o pagamento e a anular as nossas dívidas kármicas.

Estamos a ser atraídos para o colo de Deus, para o Amor Supremo.
Alcançar a paz interior na solidão não é suficiente.

A experiência monástica ou ascética representa um meio para atingir um fim, não é o fim em si. Atingir um estado de profunda tranquilidade sentado numa gruta no Tibete é admirável, mas isso é apenas um primeiro passo.

Para vivermos num mundo físico, temos de empreender acções físicas: temos de dar as mãos aos outros, para aliviar o seu sofrimento e ajudálos
a percorrer o seu caminho; é preciso sentir empatia e sentir compaixão; é
fundamental ajudar a curar o planeta, os seus habitantes e as suas estruturas; temos de
ensinar e também temos de aprender.
Se estiver envolvido neste processo, ganhará paz interior mesmo
que não disponha de tempo para se sentar a meditar numa gruta."

Domingo, Novembro 02, 2008

Telas da vida


Somos pintores, e nossa mente é a tela.

Projetamos nela as cores dos nossos pensamentos e aspirações.

Às vezes, criamos atmosferas coloridas.

Porém, em outros momentos, pintamos as cores de nossas dores e desejos infelizes.

Quando unimos nossos pensamentos aos pensamentos de Jesus, Krishna, Buda e tantos outros mestres de consciência, pintamos com eles e nos tornamos co-criadores de atmosferas felizes.

Entretanto, quando unimos nossos pensamentos às vibrações infelizes, sintonizamos as mentes imersas nas trevas conscienciais.

Tornamo-nos, assim, sócios espirituais na produção de telas trágicas.

Tudo é questão de sintonia!

Nossas telas de vida refletem a qualidade de nossos pincéis (escolhas e atos).

Nossas cores são o reflexo do que somos.

Viver é pintar!

Pensamentos emolduram situações e atmosferas.

Podemos pintar alegrias ou desgraças nas telas de nossas vidas.

Tudo depende da inspiração do pintor.

Em escala maior, o universo é a imensa tela onde o TODO* projeta as tintas do amor infinito. Somos expressão dessas cores magnânimas.

Portanto podemos ser co-criadores de climas felizes nas telas do infinito de nossas vidas.

Que nossas telas tenham as cores da paz!**


Wagner Borges